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Lugares

Vale a pena vaguear pelo Algarve…

Tavira

Possui uma encantadora mescla de belos edifícios, ruas calcetadas e praças que mantêm o ambiente de uma tradicional vila piscatória algarvia. O rio Gilão, que corre ao longo do centro da cidade, amplifica o seu charme. A cidade está repleta de elegantes edifícios que exibem os característicos telhados piramidais de Tavira e é atravessada por uma antiga ponte, alegadamente de origem romana, cuja melhor perspectiva se pode obter da Praça da República. Esta praça, rodeada pela Câmara Municipal e por outros edifícios esplêndidos, é prolongada por jardins que são um excelente local para passear a pé.

O vizinho Mercado da Ribeira, um edifício de ferro forjado datado do século XIX que acolheu outrora o antigo mercado central, é outra zona agradável para passear pelas lojas e tomar uma refeição ou bebida nos seus diversos restaurantes e bares – uma oportunidade perfeita para relaxar e provar as especialidades locais, como a feijoada de lingueirão, o arroz de polvo ou o atum com molho de cebolada e tomate.

Logo à saída de Tavira, prepare-se para ser surpreendido pela luminosidade das salinas que constituem uma tradição remota da zona e que produzem o mais refinado sal de mesa do país. Para além das salinas, poderá apreciar a beleza natural do estuário da Ria Formosa – uma vasta rede de canais, sapais e bancos de areia que abrigam inúmeras espécies de aves migratórias. Os barcos que partem de Tavira oferecem passeios panorâmicos por estas águas tranquilas.

Para além das águas do estuário estende-se um paraíso para os amantes do sol e mar. Duas faixas de areia, separadas por canais e acessíveis de barco, formam duas ilhas compostas por longas extensões de dunas. A ilha de Tavira – a praia mais próxima da cidade – está situada na zona oriental da ilha e oferece diversas comodidades, incluindo bares, restaurantes e desportos aquáticos. A bela e abrigada Praia do Barril fica para oeste e tem acesso através de um pitoresco comboio turístico que atravessa as margens lodosas e os sapais da Ria Formosa. Esta curta viagem panorâmica oferece uma oportunidade única para admirar a paisagem natural e observar as centenas de caranguejos que percorrem as margens do rio. As praias mais isoladas encontram-se a oeste da ilha de Tavira ou a leste da vizinha ilha de Cabanas.

Santa Luzia

Considerada a capital do polvo, a origem desta freguesia remonta a 1577, e o seu nome é uma invocação à Santa do mesmo nome, siciliana, protectora dos doentes dos olhos.

Santa Luzia foi elevada a vila em 13 de Maio de 1999. A bonita e agradável avenida marginal enquadrada pela ria oferece diversos restaurantes e tascas onde se pode apreciar o melhor marisco da ria, bem como pratos típicos como a estupeta de atum. Um convite para um passeio ao largo dos vários canais que servem de abrigo aos diversos barcos à vela que aqui descansam.

Em frente a Santa Luzia encontramos a Praia da Terra Estreita. O acesso a este extenso areal é feito por pequenas embarcações, sobretudo no período de Verão. Logo ao lado encontra a Praia do Barril, local ideal para famílias. As crianças deliciam-se com o acesso à praia, feito por um pequeno comboio turístico cujos carris atravessam o cordão dunar, mostrando a Ria Formosa de uma forma singular.

Cacela Velha

Aldeia localizada numa elevação arenítica em frente à Ria Formosa e ao mar, de onde se vislumbra uma das mais belas panorâmicas do sotavento algarvio. Para muitos a mais bela zona da Ria Formosa, conserva admiravelmente o seu encanto e pacatez. Da bela localidade muralhada de Cacela-a-Velha, edificada sobre uma arriba fóssil com cerca de um milhão de anos, contempla-se a ria Formosa e a ilha-barreira onde se situa a praia marítima.

Actualmente como pontos de interesse encontramos a fortaleza do século XVII, um edifício de duplo beiral do século XVI, algumas moradias de arquitectura tradicional algarvia do século XVIII, a igreja de origem medieval, as ruínas islâmicas, os fornos romanos e os vestígios da antiga muralha medieval.

Mercados

O Mercado de Olhão é uma verdadeira experiencia começar pela sua tradicional arquitectura apresentada numa cobertura de quatro águas e quatro torreões envidraçados de forma cilíndrica com cúpulas metálicas. Lá dentro, delicie-se com o aspecto apetecível das frutas, produtos hortícolas ecom os frutos secos da região. Admire a frescura do peixe, acabado de apanhar e, já agora, com a reacção dos muitos turistas estrangeiros que ali fazem romaria… O Mercado de Peixe tem sido utilizado como espaço para eventos culturais. É um ex-libris da cidade.

O sábado ganha mais vida, ao receber gente vinda dos arredores, pequenos produtores, que montam o seu mercado do lado de fora do edifício… Aqui a experiencia é única, pois o regateio insere-se na paisagem da Ria Formosa que ali ao lado, estende-se até às ilhas e ao mar.

Os barcos de pesca abastecem diariamente o mercado, tornando-o o mais famoso do Algarve no que diz respeito a peixe e marisco.

Pode também ver-se uma réplica do caíque “Bom Sucesso”, que em 6 de Julho de 1808, com apenas 17 olhanenses a bordo, foi ao Brasil informar o rei da expulsão dos franceses.

O Mercado de Loulé foi inaugurado no dia 27 de Junho de 1908. O edifício foi construído segundo projecto do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, embora o mesmo projecto tenha conhecido algumas alterações. Aqui poderá encontrar uma grande variedade de frutas e legumes frescos, artesanato diverso, loja gourmet e eventos culturais. Aventure-se no deslumbrante mercado de ciganos e aproveite para regatear alguns preços.

Quinta Marim

O Centro de Educação Ambiental de Marim, que alberga também a sede do Parque Natural da Ria Formosa, é uma quinta à beira ria com cerca de 60 ha. Nele se podem observar diversos passeriformes, várias espécies de aves aquáticas na charca e no sapal, o moinho de maré, vestígios arqueológicos, habitações tradicionais recuperadas, entre outros pontos de interesse; tudo isto num espaço restrito representativo dos componentes naturais mais significativos desta Área Protegida.

Castro Marim

Na margem direita do Guadiana, a vila de Castro Marim é palco de numerosos vestígios que comprovam a sua ocupação desde a antiguidade. Foi povoada por fenícios, cartagineses, gregos, romanos, visigodos e árabes. Foi conquistada aos mouros em 1242 e recebeu foral em 1277. Estando perto do rio, do mar, da planície e da montanha e fazendo fronteira com Ayamonte, Castro Marim foi durante séculos uma importante praça de guerra do Algarve.

Em redor do castelo, erguido por D. Afonso III, pode contemplar-se uma imensa paisagem de salinas tradicionais. A ligação de Castro Marim à atividade salineira vem de longa data, tornando-se quase impossível determinar a data precisa do seu início. A exploração deste recurso, a par da pesca e da agricultura, faz parte da economia desta região, marcando a cultura e a vivência da população local.

Visitar as salinas tradicionais é uma excelente oportunidade para descobrir os saberes tradicionais utilizados durante séculos na extração do sal, numa simbiose perfeita entre o trabalho do homem e a vontade da natureza. A sabedoria do incansável salineiro, que conserva a arte e os instrumentos tradicionais, oferece-nos dois produtos de qualidade superior, perfeitamente enraizados na população castro-marinense.

As gentes de Castro Marim, habituadas desde a antiguidade ao convívio com diferentes povos vindos do mediterrâneo, trocaram produtos e práticas, absorveram modos de estar e de fazer, saberes amadurecidos pelo tempo que chegaram até nós através dos artesãos, tesouros vivos detentores e transmissores da herança imaterial de Castro Marim, que conservam a memória de um povo e de uma cultura.

Os visitantes ainda podem encontrar quem, à porta de sua casa, faz a minuciosa e delicada renda de bilros para decorar toalhas de mesa. Ainda é possível conhecer a cara dos homens que, com as sábias mãos, tecem cestos com palha e cana, folhas de junco e palmeira e observá-los no exercício do seu ofício.

Todos estes patrimónios estão aliados à paisagem natural do concelho de Castro Marim, um território com inúmeros encantos por descobrir que deslumbram todos aqueles que o visitam.

Ruínas Milreu

Localizada a poente da aldeia histórica de Estoi, a 8km de Faro, a Villa Romana de Milreu revela uma ocupação continuada desde o século I e até ao século XI. O conhecimento da sua história revela-nos que terá sido habitada por famílias de elevado estatuto social e político, às quais eram proporcionadas as necessidades não só de um quotidiano rural, como também de grande vivência lúdica.

No século IV, foi erguido um edifício religioso ricamente decorado e ainda hoje conservado até ao arranque das abóbadas, destinado ao culto privado da família. Cristianizado no século VI, o templo serviria também o culto no período islâmico e até ao século XI. Entre os séculos XVI e XIX, e sobre as divisões privadas da antiga casa romana, foi erguida uma casa rural com contrafortes cilíndricos.

A riqueza desta vila rústica está patente no importante volume de achados arqueológicos, como mosaicos de temática predominantemente marinha, revestimentos marmóreos e cerâmicos diversos, estuques pintados e escultura decorativa.

Alte

A pitoresca vila está localizada numa paisagem em mudanças entre o fértil Barrocal e a montanhosa Serra do Caldeirão, perto de Loulé. É também conhecida como a aldeia mais típica de todo o Algarve.

A vila está rodeada de campos férteis ao longo do riacho da Ribeira de Alte, sendo o mesmo um destino muito popular para excursões. No topo da colina chega-se à parte mais antiga da aldeia com uma vista maravilhosa para o vale do riacho, estando agrupada em torno da Igreja da Nossa Senhora da Assunção, tendo a mesma uma entrada notável ao Estilo Manuelino. A arquitetura dos edifícios circundantes é tipicamente algarvia, casas de muros brancos decorados com coloridos azulejos, chaminés tradicionais e ruas pavimentadas com a típica calçada Portuguesa.

O vale abaixo da Ribeira de Alte é sustentado por duas fontes, a Fonte Pequena e a Fonte Grande, e a bela região circundante com vários restaurantes, um palco ao ar livre e uma belíssima zona de passeio enfeitado pelo sombreado de árvores antigas sendo ótimo para descansar ou mesmo apenas para fazer um harmonioso passeio. Podemos também encontrar um monumento em honra do filho mais famoso de Alte, o poeta Francisco Xavier Cândido Guerreiro.

Querença

Querença é uma típica aldeia pertencente ao concelho de Loulé, na zona do barrocal Algarvio, plena de beleza natural, arquitectónica e tradição.

Esta é uma região de ocupação humana desde remotos períodos, tendo por aqui passado diversos povos e culturas.

Esta lindíssima aldeia distribui pelo Monte onde se situa, o seu alvo casario típico Algarvio, de casas singelas com barra colorida e chaminé rendilhada tradicional, formando um conjunto de grande beleza, onde se respira paz de espírito.

No alto do Monte situa-se a bela Igreja Matriz do século XVI, com o belo portal manuelino do século XVI, de decoração modesta, localizada no bonito largo da Igreja, frente ao Cruzeiro assente numa rocha.

Um dos maiores bens Patrimoniais da Querença é o Sítio Classificado da Fonte da Benémola, um local de grande beleza natural, símbolo da diversidade paisagística da região Algarvia e ponto de visita obrigatória.

Esta aldeia rural é conhecida pela qualidade dos seus produtos agrícolas, com destaque para a típica Aguardente de Medronho e pelo saboroso Chouriço, celebrado anualmente em Janeiro, na já famosa Festa das Chouriças.

Ria Formosa

A nossa proposta é uma visita única ao mais extenso ecossistema lagunar de Portugal. O Parque Natural da Ria Formosa, é uma reserva natural única por se encontrar em permanente mutação, devido ao contínuo movimento de ventos, correntes e marés.

Um presente da natureza com cerca de 18 mil hectares, que faz a transição entre a terra e o mar ao longo de 60 km do Sotavento litoral algarvio, entre a península do Ancão e a praia da Manta Rota, a Leste.

Esta zona húmida de reconhecido valor internacional é um habitat privilegiado para a fauna e flora. O flamingo, a águia de asa redonda, a galinhola e o guarda-rios são as espécies de aves mais habituais, mas o símbolo do parque é o caimão-comum ou galinha-sultana, uma espécie rara que em Portugal existe e reproduz-se exclusivamente nestes lagos. Outro importante habitante da ria, em vias de extinção na Europa, é o camaleão.

Um universo que só se consegue descobrir pelos trilhos pedestres, ou em lentos passeios de barco, observando o sapal e a zona de charco de água doce, os tanques de salga da época romana, desbravando os segredos da mata ou vendo de perto um moinho de maré recuperado na Quinta de Marim. A sede do Parque Natural, situada próxima de Olhão, tem ainda ao dispor do visitante um Centro de Educação Ambiental, um Centro de Recuperação de Aves e um Canil, especialmente dedicado à reprodução do Cão de Água, espécie algarvia ameaçada de extinção.

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